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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

DIA DO MUSICOTERAPEUTA

Na última terça-feira, 15 de setembro, foi comemorado o Dia do Musicoterapeuta.
Fico muito feliz de ver o quanto essa especialidade tem crescido a cada dia!
Cada vez mais, pessoas estão procurando tanto o atendimento, como a formação.
Há duas reportagens interessantes que falam sobre a Musicoterapia com famosos: uma sobre o Herbert Vianna e outra sobre o Pedro, filho do cantor Leonardo. Vale a pena conferir!!



A Musicoterapia estuda as reações humanas aos estímulos sonoros e musicais e utiliza estes elementos, bem como seus parâmetros (ritmo, som, melodia e harmonia), para melhorar a qualidade de vida, desenvolvendo potenciais e restabelecendo funções do indivíduo para prevenção, reabilitação, recuperação ou tratamento.

Serve para facilitar e promover a comunicação, a aprendizagem, a motivação e a expressão, com a finalidade de suprir as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.

O musicoterapeuta é um agente da área da saúde, capacitado a inserir o paciente(s) e cliente(s) em processos de experiências musicais para facilitar e promover a expressão e organização física, emocional, mental, social e cognitiva. Seu Código Brasileiro de Ocupação é 2263-05, na família de Profissionais de Terapias Criativas e Equoterápicas.

A musicoterapia hoje já faz parte também do Sistema Único de Assistência Social – SUAS e do Sistema Único de Saúde - SUS.

sexta-feira, 28 de março de 2014

MUSICOTERAPIA NO PROGRAMA FÁTIMA BERNARDES

Essa semana tive acesso ao vídeo do programa da Fátima Bernardes que foi ao ar em dezembro/2013.
Nele, é mostrado o trabalho voluntário que um violinista realiza em hospitais.
A partir das histórias que ele contou, um médico que estava presente se posicionou sobre o assunto e trouxe boas colocações para nossa área:
Dr. Fernando Gomes: "Existe até a Musicoterapia. A música entra pelo aparelho auditivo (...), a gente sabe que o som que entra por um lado atinge o cérebro dos dois lados, ainda mais se houver um significado [emocional]."
"[As músicas] são formas de ascender o cérebro que estava em estado vegetativo persistente a voltar ao mundo da comunicação."
"[A música] seria umas das primeiras [memórias], porque a criança quando está no útero já consegue fazer distinção do som materno e quando nasce, consegue reconhecer mesmo nos primeiros dias o som da mãe. Tem trabalhos científicos que mostram isso."
Foi falado também dela ser a última memória que o ser humano perde.
E o padre que estava presente também completou: 
Padre Reginaldo Manzotti: "a música desperta emoções no ser humano que a palavra não consegue".
Interessantíssimo uma reportagem assim ser veiculada num canal tão presente na vida dos brasileiros.
Vale a pena conferir!!


quinta-feira, 27 de março de 2014

Ginasta Laís Souza no Fantástico

No programa Fantástico, da Rede Globo desse domingo, 23/03/2014, foi apresentada uma reportagem a respeito da recuperação da ginasta Lais Souza.
Ela sofreu uma queda e teve uma lesão medular. Dentre as sequelas estava a fala e foi uma amiga sua fisioterapeuta que lhe ajudou nessa questão.
Elas passaram a cantar juntas canções do gosto da Lais para estimular sua fala e sua respiração.
Mais uma vez a música fazendo parte da saúde!
Essa intervenção é o que chamamos de "música na terapia" e pode ser feito tanto por um musicoterapeuta, como por outro profissional da saúde. Quando acontece na segunda opção, é importante que o mesmo seja preparado e instruído com relação às possibilidades, vantagens e desvantagens para a utilização dos diversos elementos sonoros.
A música na terapia acontece quando os elementos musicais não são trabalhados de maneira tão intrínseca à terapia, como no caso da Laís, pois a canção foi utilizada como meio de se trabalhar a expressão oral e sua respiração, não se levando em consideração os demais parâmetros musicais envolvidos. Só que, apesar da música ser utilizada NA terapia e não COMO terapia, é importantíssimo ter o mínimo de noção musical e até solicitar instruções a um musicoterapeuta para que esse estímulo seja algo favorável ao objetivo proposto ao tratamento, evitando de que ele venha a ser algo que prejudique o tratamento.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

"Música afeta as emoções e até ajuda no tratamento de doenças"

Você já passou pela experiência de colocar um som para relaxar, depois de um dia difícil? Ou de tocar uma música agitada ao chegar na academia, na tentativa de aumentar o pique? Se já fez isso é porque percebeu que os acordes são capazes de afetar as suas emoções.
Partindo dessa mesma premissa, surgiu a musicoterapia, cujo objetivo é pesquisar a relação do homem com os sons, para transformar esse conhecimento em métodos terapêuticos. "Já sabemos que a atividade musical envolve quase todas as regiões do cérebro", explica a musicoterapeuta Maristela Smith, fundadora e coordenadora da área de musicoterapia do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).
Quando uma música emociona, por exemplo, a estrutura do cerebelo --que modula a produção e a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina-- é ativada, assim como a amígdala cerebelosa, a principal área do processamento emocional no córtex cerebral. Já quando acompanhamos uma canção, acessamos o hipocampo, responsável pelas memórias.
Por isso mesmo, a música é capaz de influenciar não só o estado mental como também o físico. "O corpo tem uma tendência a seguir o ritmo ouvido, tanto em sua velocidade, quanto em sua altura e intensidade", diz Maristela. Consequentemente, os sons podem afetar as frequências cardíaca e respiratória, a pressão arterial, a contração muscular e até o ritmo do metabolismo. "Eles também podem ajudar a intensificar e a reduzir os estímulos sensoriais, como a dor", explica a musicoterapeuta.
No combate ao câncer, por exemplo, o método já vem sendo utilizado, com bons resultados. "Nesse caso, a musicoterapia, além de trabalhar funções emocionais presentes, como a redução do estresse e da ansiedade, também contribui para o aumento dos circuitos neurais responsáveis pela diminuição da dor crônica", declara Maristela.
Na Oncologia Pediátrica do Hospital da Criança Conceição e no Hospital São Lucas da PUC- RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), o trabalho com música rendeu uma melhoria de 74,8% no estado de ânimo das crianças hospitalizadas.
"A música tem um enorme potencial sobre o cérebro humano, principalmente no que diz respeito ao sistema límbico, o centro de sentimento e emoções do cérebro, e ao resgate da memória", diz a musicoterapeuta Maria Helena Rockenbach, que conduziu a pesquisa.
De acordo com o musicoterapeuta David Maldonado, que se especializou em intervenções musicais em neuropediatria pela Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), os sons também podem contribuir para fortalecer o sistema imunológico.
"A música envolve a capacidade mental, emocional, física, social e fisiológica. Por isso, podemos recomendar a musicoterapia como coadjuvante no tratamento de quase todas as doenças", diz.

Identidade sonora

No cérebro, a capacidade de uma determinada música atingir uma região ou outra está vinculada com o maior ou menor prazer da audição. Por isso, antes de iniciar um processo de musicoterapia, é importante traçar a Identidade Sonora do Indivíduo, também chamada de ISO.
"Cada pessoa tem um conjunto de sons e músicas que contam sua história, que fazem parte da sua vida. Esse conjunto é único, é como uma impressão digital. Na musicoterapia, acessamos elementos dessa identidade para resgatar situações vividas, desenvolver potenciais e dar novos significado a determinados conteúdos", explica a musicoterapeuta Luciana Frias, responsável pela implantação da Musicoterapia no IMIP (Instituto de Medicina Integral de Pernambuco).
Essa investigação considera a música no contexto geral de vida do indivíduo e não apenas os sons que o agradam naquele momento. "A identidade sonora está intimamente ligada à história de vida, uma vez que a música perpassa toda a trajetória do ser, desde a vivência intrauterina até o seu momento final", afirma Maristela.
Nessa pesquisa, os especialistas chegam às músicas capazes de despertar sentimentos positivos e negativos no indivíduo e, durante o tratamento, vão utilizar esses dados conforme a necessidade.
"Pacientes epilépticos são capazes de entrar em crise se ouvirem determinados sons, assim como pacientes depressivos ou eufóricos podem agravar o quadro dependendo da música que lhes chega aos ouvidos. Por isso é tão importante que o tratamento seja sempre feito por um musicoterapeuta", explica Maristela Smith.

matéria publicada por Marina Oliveira e Thaís Macena
Do UOL, em São Paulo 17/02/2014

domingo, 9 de fevereiro de 2014

VÍDEO DE MUSICOTERAPIA

Há algum tempo vi esse vídeo e me esqueço de postá-lo aqui no blog.

Vídeo Musicoterapia - Valores da Música

É um vídeo muito interessante e bastante elucidativo sobre a Musicoterapia.
Tem o depoimento de um neurologista e também da musicoterapeuta Maristela Smith.
Vale a pena conferir!!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

PÓS GRADUAÇÃO MUSICOTERAPIA NA REABILITAÇÃO

Objetivo:
Oferecer ao profissional da área da saúde uma especialização em musicoterapia de perfil humanista, crítico e reflexivo, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde do portador de deficiência motora, tanto na área da prevenção, quanto de tratamento, com base no rigor científico, ético e intelectual; fornecer aos acadêmicos conhecimentos teóricos e práticos que lhes permitam desenvolver atividades profissionais nos âmbitos que o especialista em musicoterapia poderá estar inserido.
Público Alvo:
Profissionais da área da Saúde, que possam utilizar a música como elemento transformador e integrativo no trabalho com o portador de deficiência motora.
Carga Horária:600 horas
Turmas:

Liberdade “Musicoterapia na Reabilitação” (As Sextas-feiras das 14h às 18h e aos Sábados das 8h às 17h) – Turma: 1400332
Local: Campus Liberdade (São Paulo – SP)
Horário: As Sextas-feiras das 14h às 18h e aos Sábados das 8h às 17h
Coordenador: MARISTELA PIRES DA CRUZ SMITH
Duração: 18 meses
Previsão: de 02/2014 a 08/2015
Observação da Turma: investimento: 18 parcelas de R$ 572, 00
Disciplinas:
• A Musicoterapia Na Visão Antroposófica
• Abordagem Sistêmica em Musicoterapia
• Bases da Neurologia
• Estágio I: Observação e Registro em Musicoterapia
• Estágio II: Co-Atuação em Musicoterapia . a Equipe Inter
• Estágio III: Atuação Clínica Musicoterapêutica
• Estética da Música em Musicoterapia
• Fundamentos da Musicoterapia Interativa e Receptiva
• Fundamentos da Reabilitação
• Metodologia do Trabalho Científico
• Musicoterapia Aplicada À Reabilitação Motora
• Musicoterapia Didática
• Musicoterapia Geriátrica
• Musicoterapia Na Saúde Mental
• Musicoterapia Neurológica
Inscrições: de 08/11/2013 à 08/02/2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

MUSICOTERAPIA 2013

O ano que passou, 2013, foi muito proveitoso para a Musicoterapia.

Na área da Saúde (MS) a musicoterapia foi cadastrada em  46 procedimentos no CNES DATASUS (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - Departamento de Informática do SUS http://cnes.datasus.gov.br/Index.asp?home=1 ) abrangendo: atenção básica à saúde, assistência e visita domiciliar, reabilitação e acompanhamento psicopedagógico na reabilitação, geriatria, psiquiatria, saúde mental, terapia individual e grupal. (informações retiradas da carta da Apemesp)

Esteve ainda presente nas Conferências do SUAS, de modo a efetivar a implementação da Musicoterapia no serviço.

Para esse ano, coisas boas estão para acontecer, de modo a solidificar ainda mais nossa área.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

REVISTA BRASILEIRA DE MUSICOTERAPIA

No final do ano passado, 2013, foi lançada a edição anual da Revista Brasileira de Musicoterapia.
É composta de oito artigos, com temas interessantes e científicos da área.
Ela pode ser acessada nesse Link.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

OFICINA DE MEMÓRIA - MUSICOTERAPIA



MUSICOTERAPIA E ALZHEIMER


     Estive presente no último sábado (7/12) na reunião da Associação Brasileira de Alzheimer-ABRAZ. Há uma subregional aqui na cidade de Poços de Caldas. As reuniões acontecem sempre no primeiro sábado de cada mês, das 10h às 12h, na rua Francisco Inácio Belmonte nº 65 - Entrada da Pousada/Restaurante do SESC.
     Foi uma reunião bastante proveitosa e de muita utilidade pública, prestando esclarecimentos e acolhendo os participantes ali presentes.

    A Musicoterapia pode ser utilizada como parte do tratamento dessa demência, pois utilizando a ferramenta inerente ao ser humano, a música, podemos contribuir para a qualidade de vida, bem como para a estimulação das faculdades mentais do idoso.
    A música é uma das linguagens mais arcaicas e uma das últimas formas de comunicação a serem lesadas pela doença de Alzheimer.
    O musicoterapeuta irá trabalhar privilegiando objetivos da funcionalidade diária do paciente e dessa maneira, o cuidador ou familiar também será parte integrante do tratamento.
    O tratamento musicoterapêutico irá auxiliar o idoso na busca do vínculo perdido, ao associar o estímulo musical externo ao consonante interno.







sexta-feira, 25 de outubro de 2013

TELETON 2013






O Teleton acontecerá nos dias 25 e 26 de outubro desse ano. Tendo início às 22:30h do dia de hoje, será transmitido pelo SBT durante toda a madrugada e o dia de sábado, finalizando sua edição no final da noite.
Durante a exibição, diversos casos das unidades da AACD serão mostrados e há um caso da AACD Poços de Caldas.
A TV local divulgou o programa: AACD TELETON - TV POÇOS

domingo, 15 de setembro de 2013

DIA DO MUSICOTERAPEUTA



Parabéns, Musicoterapeutas, transformando vidas através da música
Fonte da imagem: UBAM

No dia de hoje, colocarei alguns vídeos interessantes sobre a atuação do musicoterapeuta.
Dia de um profissional participante da área da saúde que está buscando reconhecimento e espaço.






segunda-feira, 9 de setembro de 2013

MUSICOTERAPEUTA NO SUS

O musicoterapeuta já compõe a equipe de profissionais do SUS. Suas atribuições estão sendo definidas, tendo equipes organizadas nas associações nacionais de Musicoterapia como líderes e representantes da Classe nesse processo.

Os novos procedimentos que o musicoterapeuta foi habilitado em agosto/2013 são:

*Procedimento: 03.01.01.003-0 - Consulta de Profissionais de Nível Superior na Atenção Básica (Exceto Médico)
 
*Procedimento: 03.01.01.004-8 - Consulta de Profissionais de Nível Superior Na Atenção Especializada (Exceto Médico)

Além desses procedimentos, já tínhamos os seguintes:

*03.01.08.003-8 - Acolhimento em Terceiro Turno de Paciente em Centro de Atenção Psicossocial

*03.01.08.036-4 - Acompanhamento de Pessoas com Necessidades Decorrentes do Uso de Álcool, Crack e Outras Drogas em Serviço Residencial de Caráter Transitório (Comunidades Terapêuticas).

*03.01.08.034-8 - Ações de Reabilitação Psicossocial

*03.01.08.035-6 - Promoção de Contratualidade no Território

*03.01.08.037-2 - Acompanhamento de Pessoas Adultas com Sofrimento ou Transtornos Mentais Decorrentes do Uso de Crack, Álcool e Outras Drogas-Unidade De Acolhimento Adulto (UAA).

*03.01.08.038-0 - Acompanhamento da População Infanto-Juvenil com Sofrimento ou Transtornos Mentais Decorrentes do Uso de Crack, Álcool e Outras Drogas-Unidade de Acolhimento Infanto-Juvenil (UAI).

Esses dados foram repassados pela presidente da Associação de Musicoterapia de Porto Alegre-AGAMUSI,  Prof. Dra. Maria Helena B. C. Rockenbach.

sábado, 31 de agosto de 2013

MUSICOTERAPIA PARA CRIANÇAS NO AMBIENTE ESCOLAR


 

MUSICOTERAPIA PEDAGÓGICA
A música como potencializador do desenvolvimento infantil

Você sabia que, quando realizado por um profissional qualificado, o trabalho com música para crianças potencializa seu desenvolvimento e trará mais habilidades para sua personalidade?
O cérebro retém a capacidade de aprender durante toda a vida, mas é ao nascer que trilhões e trilhões de neurônios são puros e de um potencial infinito. Assim, atividades diversificadas e experiências enriquecedoras promoverão maior quantidade e utilização de suas conexões neurais. 

“Experiências precoces são tão poderosas que podem mudar completamente a maneira de ser de uma pessoa.”
pediatra neurobiólogo Harry Chugani, de Wayne State University

O trabalho profissional e qualificado da musicoterapeuta irá fazer com que a criança entre em contato com diversas práticas musicais e desenvolva suas sensações, percepções, afeto, escuta, habilidades motoras, mobilize sua energia, atenção, concentração, expressão, habilidades espaciais e temporais. Todos esses componentes pessoais são os mesmos utilizados em todos os outros processos de aprendizagem e assim, a Musicoterapia Pedagógica irá melhorar o desempenho escolar também a longo prazo.
Dessa maneira,  esse trabalho despertará o potencial musical na criança, visando o desenvolvimento de um processo facilitador que promova comunicação, relação social, expressão e organização.
Serão crianças com maior atividade cerebral, maior capacidade de concentração e emocionalmente mais saudáveis.

“A música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro.”
Platão

MAIARA MEDEIROS DOS SANTOS - musicoterapeuta
maiaramedeiros@hotmail.com
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Esse formato da Musicoterapia acontece com crianças que frequentam escolas desde pequenos, por isso o complemento em seu nome: Pedagógica.
Não é a utilização da Musicoterapia de maneira tradicional e sim, por meio de vivências diferenciadas da música e seus elementos, de modo a promover um desenvolvimento pleno e um olhar holístico dessa criança, indo além dos objetivos de uma Musicalização convencional.