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domingo, 18 de outubro de 2015

LIVRO DE MUSICOTERAPIA

Ganhei esse livro de aniversário e terminei de lê-lo hoje,
Quero compartilhar, pois é um livro que relata um trabalho muito bem fundamentado e interessante!
É uma tese de doutorado a respeito das mães americanas, mas vai bem de encontro à nossa sociedade brasileira atual.
O método GIM foi utilizado durante essa pesquisa e despertou conteúdos internos, mobilizando sistemas internos para tomada de consciência, de atitudes e mudanças com relação principalmente à integração entre o feminino e o masculino.
Atualmente a autora mora no Brasil e trouxe-nos essa publicação.
Dentre os diversos conteúdos trazidos pelo livro, achei dois aspectos mais interessantes que são a base precursora do contexto trazido.
O primeiro é com relação a mulher sempre ser recriminada pela escolha que faz. Se é mãe e fica em casa, é mal vista por não ter uma profissão; se é mãe e vai trabalhar, o problema é que não consegue se dedicar integralmente nem à profissão nem à maternidade; e se não tem filhos, é mal vista por querer uma boa posição em sua profissão. Dessa forma, na sociedade patriarcal em que vivemos, as questões mulher e maternidade não se integraram ao modelo social e econômico.
O outro aspecto é que tudo isso que a mulher sofre de alguma forma é resultado do movimento feminista, que apesar de ter sido necessário da forma radical como aconteceu para a época, deve ser mudado. A mulher abarcou e reforçou ainda mais os preceitos masculinos, ao invés de trazer para a sociedade os conceitos femininos, que envolvem inclusive a maternidade.
Por enquanto, ainda vivemos numa sociedade que considera a maternidade como falta de produtividade econômica. Não há uma valorização da criação e educação dos nossos bebês e crianças!
Gostei muito de ler a obra e ver a Musicoterapia como algo concreto realizado com as mulheres para ampará-las no aspecto emocional que tanto se abala em meio a todo esse cenário social e econômico.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

TER UM FILHO COM DEFICIÊNCIA

No dia de hoje, uma amiga psicóloga me apresentou esse texto e achei bastante proveitoso e interessante para os familiares de uma pessoa com algum tipo de deficiência.
Acho ainda que se prestarmos bem atenção, valerá para outras circunstâncias de nossa vida em que as coisas não acontecem exatamente como havíamos planejado.
Que possamos refletir após a leitura.

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BEM-VINDO À HOLANDA
por Emily Perl Knisley, 1987

Frequentemente, sou solicitada a descrever a experiência de dar à luz a uma criança com deficiência – uma tentativa de ajudar pessoas que não têm com quem compartilhar essa experiência única a entendê-la e imaginar como é vivenciá-la.
Seria como…

Ter um bebê é como planejar uma fabulosa viagem de férias – para a ITÁLIA! Você compra montes de guias e faz planos maravilhosos! O Coliseu. O Davi de Michelangelo. As gôndolas em Veneza. Você pode até aprender algumas frases em italiano. É tudo muito excitante.
Após meses de antecipação, finalmente chega o grande dia! Você arruma suas malas e embarca. Algumas horas depois você aterrissa. O comissário de bordo chega e diz:
- BEM-VINDO À HOLANDA!
- Holanda!?! – Diz você. – O que quer dizer com Holanda!?!? Eu escolhi a Itália! Eu devia ter chegado à Itália. Toda a minha vida eu sonhei em conhecer a Itália!
Mas houve uma mudança de plano de voo. Eles aterrissaram na Holanda e é lá que você deve ficar.
A coisa mais importante é que eles não te levaram a um lugar horrível, desagradável, cheio de pestilência, fome e doença. É apenas um lugar diferente.
Logo, você deve sair e comprar novos guias. Deve aprender uma nova linguagem. E você irá encontrar todo um novo grupo de pessoas que nunca encontrou antes.
É apenas um lugar diferente. É mais baixo e menos ensolarado que a Itália. Mas após alguns minutos, você pode respirar fundo e olhar ao redor, começar a notar que a Holanda tem moinhos de vento, tulipas e até Rembrants e Van Goghs.
Mas, todos que você conhece estão ocupados indo e vindo da Itália, estão sempre comentando sobre a experiência maravilhosa que tiveram lá. E por toda sua vida você dirá: – Sim, era onde eu deveria estar. Era tudo o que eu havia planejado.
E a dor que isso causa nunca, nunca, nunca irá embora. Porque a perda desse sonho é uma perda extremamente significativa.
Porém, se você passar a sua vida toda remoendo o fato de não ter chegado à Itália, nunca estará livre para apreciar as coisas belas e muito especiais… sobre a Holanda.

sábado, 31 de agosto de 2013

MUSICOTERAPIA PARA GESTANTES




     O que for exposto ao bebê durante a gravidez influenciará em sua formação psicológica, moral e também em sua personalidade, visto que, já na condição de feto, possui memória e sensibilidade, principalmente ao som e a vibrações.
     A Musicoterapia trabalhará justamente com um recurso inerente e natural ao ser humano: o som. Esse recurso será utilizado para estimulação e comunicação com o bebê, além de proporcionar qualidade de vida e saúde emocional para a mãe.



Maiores informações: maiaramedeiros@hotmail.com